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Lembra o meu velho terninho preto da Garbo...rsrsrs
10/04/2025

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Roberto Carlos (EP - Portugal)

Histórinhas do Titio Bruno....Axaxa o cachorro  que sorria latindo
10/04/2025

Histórinhas do Titio Bruno....Axaxa o cachorro que sorria latindo

AXAXÁ: MEMÓRIAS DE UM VIRA-LATA NO CORAÇÃO DO REI

Quando Roberto Carlos tinha seis anos, ganhou o livro de histórias infantis intitulado "A História do Axaxá". A obra literária narrava as aventuras de um cachorro vira-lata de notável carisma.

Na trama, Axaxá se encanta perdidamente por uma cadela que perambulava pela rua de sua pequena cidade. Ela era uma figura enegrecida, lustrosa e fragrante. Com fervor, Axaxá a cortejava de todas as maneiras possíveis: declarava seu amor, cantarolava canções e lhe ofertava flores. O livro detalhava essas cenas com esmero.

Porém, um dia, na mesma rua modesta da cidadezinha, surgiu um cachorro da metrópole, grandioso e pomposo, desfilando em um conversível com a capota abaixada, vestindo terno, gravata e um chapéu elegante. Essa aparição, claro, deixou a cadela notavelmente impressionada. Axaxá, tomado por ciúmes, percebeu o fascínio dela pelo recém-chegado. Angustiado, começou a frequentar um bar de má fama, afogando as mágoas em bebidas. As ilustrações do livro mostravam Axaxá em um balcão de bar, emborcando uma bebida branca, possivelmente uma mistura de leite com vodka ou cachaça, numa tentativa desesperada de esquecer suas p***s.

Com o passar dos anos, Roberto Carlos se esqueceu de como a história do livro terminava. Mas, na época da Jovem Guarda, o Rei ganhou um cachorro "igual" ao da história e decidiu nomear seu novo amigo de quatro patas também de Axaxá.

Na canção "O Portão", Roberto Carlos traz o verso "Eu cheguei em frente ao portão, meu cachorro me sorriu latindo", retratando vividamente sua antiga casa no Morumbi, onde morou com sua família até o final da década de 1970. O cão que sorria latindo era Axaxá, um autêntico vira-lata, peludo, branco, de porte médio, com orelhas caídas e uma cauda que se enrolava para cima, formando um gracioso arco.

Essa cena ocorria sempre que Roberto voltava de shows ou viagens. A entrada de sua casa, decorada por uma rampa espaçosa, era o cenário desses reencontros. Axaxá, sempre ansioso, aguardava atrás do portão. Com a chegada de Roberto, o som da buzina e a subida pela rampa eram os sinais para Axaxá iniciar sua dança de boas-vindas, correndo ao redor do carro em pura felicidade. Quando Roberto saía do automóvel, o cão não pulava sobre ele, mas manifestava seu afeto em giros festivos, recebendo em troca a mesma efusividade de seu dono.

Nice, Ana Paula, Dudu e Luciana frequentemente chamavam o cão de Xaxá, mas seu nome real era Axaxá, inspirado no tal livro que Roberto lera durante sua infância em Cachoeiro de Itapemirim. Axaxá significava muito mais que um animal de estimação para Roberto; entre eles havia uma conexão emocional profunda.

Roberto Carlos sempre teve um grande afeto por animais. Embora não costumasse se aconchegar com eles no sofá, seu coração sempre se abria para qualquer vira-lata que encontrasse, adotando-os, cuidando de sua saúde e assegurando-lhes um lar confortável. Foi numa dessas ocasiões que Axaxá conheceu Carlota, uma parceira tão vira-lata quanto ele, com quem teve várias ninhadas. Os filhotes eram entregues pela então esposa de Roberto e pelos filhos a amigos e conhecidos. De todas as ninhadas, ficou ap***s um cachorrinho bicolor, cuja face dividida entre branco e preto inspirou o nome Ney Matogrosso, em homenagem à estrela do grupo "Secos e Molhados".

A separação de Roberto e Nice, em outubro de 1978, conduziu Roberto a uma vida solitária em um hotel. Nos meses seguintes, sempre que a música de Roberto tocava pelo rádio ou seus discos eram tocados em casa, Axaxá uivava. As crianças brincavam dizendo que ele estava cantando junto com o Rei, mas era um lamento de saudade. Nas visitas de Roberto, a celebração que faziam juntos expressava um amor profundo e inabalável.

Com o tempo, as lembranças na casa do Morumbi levaram Nice a mudar-se para um apartamento que não permitia animais. Axaxá, Carlota e Ney Matogrosso foram então viver em um pequeno sítio da família.

Axaxá viveu lá até o final de seus dias, partindo no início dos anos 1980, já bastante idoso. A notícia triste primeiro chegou a Dudu, que chorando ligou para Roberto no Rio de Janeiro, que também se emocionou profundamente. Assim, pai e filho compartilharam, por telefone, o choro pela partida de Axaxá, o cachorro que sorria (latindo).

Página O Rei Roberto Carlos de fãs para fãs

F**a a dica, acorda mulher..
09/05/2024

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Mas nada pode detonar mesmo.
09/05/2024

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Infelizmente é exatamente assim, fazer o que né.
09/05/2024

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Eu perdoo-te... Mas eu deixo-te... E eu deixo-te... Porque você não serve pra minha vida... porque cada minuto que estou com você eu existo menos..... ”

Walter Riso 🪞

Axaxa o animal de estimação do RC....o cachorro que sorria latindo....
09/05/2024

Axaxa o animal de estimação do RC....o cachorro que sorria latindo....

AXAXÁ: MEMÓRIAS DE UM VIRA-LATA NO CORAÇÃO DO REI

Quando Roberto Carlos tinha seis anos, ganhou o livro de histórias infantis intitulado "A História do Axaxá". A obra literária narrava as aventuras de um cachorro vira-lata de notável carisma.

Na trama, Axaxá se encanta perdidamente por uma cadela que perambulava pela rua de sua pequena cidade. Ela era uma figura enegrecida, lustrosa e fragrante. Com fervor, Axaxá a cortejava de todas as maneiras possíveis: declarava seu amor, cantarolava canções e lhe ofertava flores. O livro detalhava essas cenas com esmero.

Porém, um dia, na mesma rua modesta da cidadezinha, surgiu um cachorro da metrópole, grandioso e pomposo, desfilando em um conversível com a capota abaixada, vestindo terno, gravata e um chapéu elegante. Essa aparição, claro, deixou a cadela notavelmente impressionada. Axaxá, tomado por ciúmes, percebeu o fascínio dela pelo recém-chegado. Angustiado, começou a frequentar um bar de má fama, afogando as mágoas em bebidas. As ilustrações do livro mostravam Axaxá em um balcão de bar, emborcando uma bebida branca, possivelmente uma mistura de leite com vodka ou cachaça, numa tentativa desesperada de esquecer suas p***s.

Com o passar dos anos, Roberto Carlos se esqueceu de como a história do livro terminava. Mas, na época da Jovem Guarda, o Rei ganhou um cachorro "igual" ao da história e decidiu nomear seu novo amigo de quatro patas também de Axaxá.

Na canção "O Portão", Roberto Carlos traz o verso "Eu cheguei em frente ao portão, meu cachorro me sorriu latindo", retratando vividamente sua antiga casa no Morumbi, onde morou com sua família até o final da década de 1970. O cão que sorria latindo era Axaxá, um autêntico vira-lata, peludo, branco, de porte médio, com orelhas caídas e uma cauda que se enrolava para cima, formando um gracioso arco.

Essa cena ocorria sempre que Roberto voltava de shows ou viagens. A entrada de sua casa, decorada por uma rampa espaçosa, era o cenário desses reencontros. Axaxá, sempre ansioso, aguardava atrás do portão. Com a chegada de Roberto, o som da buzina e a subida pela rampa eram os sinais para Axaxá iniciar sua dança de boas-vindas, correndo ao redor do carro em pura felicidade. Quando Roberto saía do automóvel, o cão não pulava sobre ele, mas manifestava seu afeto em giros festivos, recebendo em troca a mesma efusividade de seu dono.

Nice, Ana Paula, Dudu e Luciana frequentemente chamavam o cão de Xaxá, mas seu nome real era Axaxá, inspirado no tal livro que Roberto lera durante sua infância em Cachoeiro de Itapemirim. Axaxá significava muito mais que um animal de estimação para Roberto; entre eles havia uma conexão emocional profunda.

Roberto Carlos sempre teve um grande afeto por animais. Embora não costumasse se aconchegar com eles no sofá, seu coração sempre se abria para qualquer vira-lata que encontrasse, adotando-os, cuidando de sua saúde e assegurando-lhes um lar confortável. Foi numa dessas ocasiões que Axaxá conheceu Carlota, uma parceira tão vira-lata quanto ele, com quem teve várias ninhadas. Os filhotes eram entregues pela então esposa de Roberto e pelos filhos a amigos e conhecidos. De todas as ninhadas, ficou ap***s um cachorrinho bicolor, cuja face dividida entre branco e preto inspirou o nome Ney Matogrosso, em homenagem à estrela do grupo "Secos e Molhados".

A separação de Roberto e Nice, em outubro de 1978, conduziu Roberto a uma vida solitária em um hotel. Nos meses seguintes, sempre que a música de Roberto tocava pelo rádio ou seus discos eram tocados em casa, Axaxá uivava. As crianças brincavam dizendo que ele estava cantando junto com o Rei, mas era um lamento de saudade. Nas visitas de Roberto, a celebração que faziam juntos expressava um amor profundo e inabalável.

Com o tempo, as lembranças na casa do Morumbi levaram Nice a mudar-se para um apartamento que não permitia animais. Axaxá, Carlota e Ney Matogrosso foram então viver em um pequeno sítio da família.

Axaxá viveu lá até o final de seus dias, partindo no início dos anos 1980, já bastante idoso. A notícia triste primeiro chegou a Dudu, que chorando ligou para Roberto no Rio de Janeiro, que também se emocionou profundamente. Assim, pai e filho compartilharam, por telefone, o choro pela partida de Axaxá, o cachorro que sorria (latindo).

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Eu continuo preferindo o Dedé....rsrsrs
09/05/2024

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Roberto Carlos - anos 70

Histórinhas do Titio Bruno...saudosa Titia Amélia.
09/05/2024

Histórinhas do Titio Bruno...saudosa Titia Amélia.

Em 1976, enquanto Roberto Carlos encontrava-se em um hotel em Los Angeles, um simples som de fundo da televisão desencadeou uma viagem pelas memórias, quando menções dispersas a tios num programa qualquer o fizeram lembrar-se de Tia Amélia. Apesar de sua já extensa discografia, Roberto percebeu que nunca havia dedicado uma música a algum tio ou tia. Tia Amélia, embora não fosse uma tia de sangue, era uma figura importante em sua vida.

Amélia Brandão Nery, conhecida como Tia Amélia, era uma pianista de formação erudita e popular que havia feito sua primeira apresentação no Sudeste do Brasil em 1930. Suas apresentações, que ocorreram em saraus, recitais em teatros e em programas de rádio, como na Rádio Mayrink Veiga, foram amplamente cobertas pela imprensa de Pernambuco e do Rio de Janeiro. Em 1933, ela até tocou em Washington para o presidente Franklin Roosevelt, um admirador de piano, e manteve contato com grandes estrelas da época, como Greta Garbo e Shirley Temple. Tia Amélia também compartilhou palcos com o grande Ernesto Nazareth, e foi tão reverenciada que o saudoso poeta Vinicius de Moraes escreveu uma crônica em sua homenagem, comparando-a à ressurreição da compositora Chiquinha Gonzaga.

Inspirado por essa figura carinhosa que tinha um papel tão significativo em sua vida, Roberto começou o processo criativo. As memórias afloravam e as emoções intensificavam-se, transformando lembranças em lágrimas, que serviam de catalisador para sua escrita. Cada letra que emergia entre soluços parecia ajudar a reconstruir os momentos que haviam vivido.

Com a música tomando forma, Roberto telefonou imediatamente para o saudoso Erasmo Carlos. Apesar da distância física, os dois amigos e parceiros de longa data conectaram-se profundamente na tarefa de dar vida à nova canção. Discutiram cada linha e melodia por horas, ignorando o custo exorbitante da ligação internacional. Dias depois, Roberto recontatou Erasmo para refinar alguns detalhes, adaptando a realidade à música que incluía elementos cotidianos, como o cheiro de roupa da lavanderia, um detalhe que enriquecia a letra com uma autenticidade tocante.

A canção, criada e finalizada através de conversas telefônicas transcontinentais, foi gravada por Roberto em Los Angeles.

Quando a música estava pronta, Tia Amélia foi a primeira a ouvi-la, e a emoção foi tanta que ela confessou não poder escutá-la sem chorar, tamanho era o impacto da homenagem.

Essa obra não só reafirmava o talento de Roberto como também celebrava a influência significativa de Amélia Brandão Nery em sua vida, uma mulher que, embora não fosse uma parente de sangue, tinha sido como uma verdadeira família para ele. Especialmente em dias quando, depois de promover sua música em várias rádios, já era muito tarde para voltar a Niterói e Roberto acabava dormindo na casa dela na Tijuca.

"Minha Tia" é mais que uma canção; é um tributo a um vínculo pessoal que transcende os laços familiares convencionais.

E assim, a melodia de Tia Amélia flui livremente através do tempo, mesmo depois que o silêncio da eternidade a acolheu. Tia Amélia, a virtuosa pianista de notas melodiosas e sorrisos memoráveis, encerrou o palco desta vida em Goiânia, no ano de 1983, aos 86 anos, deixando um legado de harmonia e arte que permanece vivo na música e no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecer sua obra e sua alma generosa.

O Rei Roberto Carlos de fãs para fãs

Hitórinhas do Titio Bruno apresenta O passado que ficou no Futuro..
07/05/2024

Hitórinhas do Titio Bruno apresenta O passado que ficou no Futuro..

A PRIMEIRA MUSA INSPIRADORA DO REI

Magda Fonseca, namorada de Roberto Carlos nos primeiros anos dos anos 60, cruzou seu destino com o dele em 1961, numa estação de rádio, enquanto ele promovia o disco "Louco Por Você". Ela, herdeira de Alceu Nunes Fonseca, conhecia Roberto desde menino, uma vez que seu pai, além de possuir a Rádio Cachoeiro -- palco dos primeiros acordes de Roberto --, era proprietário da emissora onde se conheceram.

Seu romance com Magda, sem dúvida o mais duradouro daquela época na vida do Rei, ecoou através de 1962 e 1963, um período em que tanto o sucesso de Roberto quanto o da Rádio Carioca, onde Magda começou a trabalhar, floresceram. Contudo, uma reviravolta ocorreu quando seu Alceu decidiu que Magda deveria aprimorar seu inglês nos Estados Unidos, persuadindo-a a partir.

A tristeza invadiu Roberto, que, ao lado de Erasmo, compôs "Emoção", uma balada que capturava a essência desse doloroso adeus (https://youtu.be/3qmZtbtVQSY).

No amanhecer de 1965, durante as gravações do álbum "Roberto Carlos Canta Para a Juventude", duas melodias emblemáticas do disco marcaram como pontos altos de seu namoro: "Não Quero Ver Você Triste" e "Os Velhinhos". Magda, emocionada durante a gravação desta última, indagou a Edy Silva, divulgadora do Rei, sobre o futuro com Roberto. Edy, confiante, respondeu: "Claro, Magda. Vocês são profundamente apaixonados."

A estadia de Magda nos Estados Unidos estendeu-se além do esperado, enquanto Roberto permaneceu no Brasil, tecendo melodias sobre a saudade que o consumia. Durante esse exílio voluntário, eles mantinham-se unidos por telefonemas, cartas e fitas de rolo. Nas fitas, Roberto não ap***s compartilhava mensagens, mas também novas canções que brotavam de seu coração apaixonado, incluindo uma chamada "A Volta", diretamente inspirada na esperança do retorno de Magda.

Em um dia frio de 1965, a solidão pesou sobre Roberto, dando vida à "Quero Que Vá Tudo Pro Inferno". Essa música, composta em ap***s dois meses, elevou-o a um patamar nunca antes alcançado, projetando seu nome por todo o país. Em agosto daquele mesmo ano, uma nova fita alcançou Magda, onde Roberto, entre lágrimas, revelava ter criado mais uma obra pensando nela, imortalizando aquele amor e sua espera.

Certamente, "Quero Que Vá Tudo para o Inferno" emergiu como um desabafo de Roberto Carlos, marcado pela distância que o separava de Magna. Mas, pouco depois, veio "Como é Grande o Meu Amor por Você", uma doce declaração de amor ainda dos tempos de namoro com Roberto Carlos e Nice Rossi. A história, porém, não findou ali; ela seguiu trajetórias distintas para cada um. Conhecemos como prosseguiu para Roberto: após essa canção, ele tornou-se pai de Ana Paula, testemunhou o nascimento de seu filho, e em 1971, celebrou a chegada de Luciana. Antes desses eventos marcantes, houve um breve namoro com Maria Lucila Torres, mãe de Rafael. Portanto, embora a narrativa com Magda não tenha continuado, a história de Roberto seguiu seu curso, moldando novos começos e capítulos inesperados.

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