10/01/2025
Estou lendo o BABADO FORTE e mesmo sem ter vivido a cena clubber em São Paulo, começo a descobrir agora, me pego rindo dos perrengues, dos encontros e de quão potente é uma época e estar inteira no presente.
Quando Erika Palomino descreve o Sra. Kravitz impossível não pensar no Nox .
As festas com temas meio malucos e criativos dentro do que era possível executar. Não rolava grana, era tudo meio montado na raça.
Não tínhamos piscina, e nem queria ter , mas o « concorrente não concorrente « tinha, convido a sereia para o balcão de bar no hell wins … que cena engraçada carregar a moçoila no colo, até o balcão.
Ahhhh E as festinha com piscina de criança, inflável, chuveirão.
O shot da casa , batizei de drag queen, afinal trazia brilhinho e virou um clássico.
Lembro do Ari p**o pois o tema da festa era Miami gás, ele vindo de Miami, e querendo fazer Miami bass freestyle, house, quando vê uma boia em forma de cisne ( a única coisa que consegui comprar) na cabine, reclama. Bipolarmente adorável que era, depois disse que tinha adorado. Era a única festa em que serviamos pina colada . ( o cocktail que detesto e acho o mais cafona de todos) Se via outro Dj com mais folhas de coqueiro no palco na semana seguinte dizia que queria mais.
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