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Tigresa Discos Venda de discos (LP) e (CD)

CAFÉ COM A TIGRESA 🐅 (Geraldo Vandré). Tenho em mãos uma prensagem oficial de 1969, lançada pelo selo Disco Lar, mas est...
13/09/2026

CAFÉ COM A TIGRESA 🐅 (Geraldo Vandré).
Tenho em mãos uma prensagem oficial de 1969, lançada pelo selo Disco Lar, mas esta não é a primeira edição de Hora de Lutar. O álbum surgiu originalmente em 1965, três anos antes de Geraldo Vandré apresentar Pra Não Dizer que Não Falei das Flores, em 1968.
O selo Disco Lar, esteve ligado à tradicional gravadora Continental e foi utilizado principalmente no final da década de 1960 para lançar e recolocar em circulação gravações de seu catálogo.
O disco da foto é Hora de Lutar, de Geraldo Vandré, identificado pelo número de catálogo LPDS-32.009. O álbum foi lançado originalmente em 1965, pela Continental, mas o seu exemplar pertence à segunda edição brasileira, lançada em 1969 pela Disco Lar.
A Disco Lar trabalhou com diferentes vertentes da música brasileira, incluindo MPB, samba, forró, sertanejo, música de carnaval e repertório religioso. Entre os artistas encontrados em seu catálogo estão Geraldo Vandré, Nilton César, Pedro Sertanejo, Anastácia, Carlos José, Irmãs Celeste, Liu & Léu e J. B. de Carvalho. A documentação histórica do selo é bastante limitada, sem informações públicas seguras sobre seus fundadores ou o período exato de encerramento.
Hora de Lutar é um disco importante na trajetória de Vandré. Seu repertório já apresenta elementos que definiriam sua obra: crítica social, referências à cultura nordestina, samba, baião e canções de forte conteúdo político. O álbum reúne 12 faixas, entre elas “Hora de Lutar”, “A Maré Encheu”, “Ladainha”, “Asa Branca”, “Aruanda” e “Sonho de um Carnaval”. Também conta com participação de Baden Powell ao violão em “A Maré Encheu”.
Essa edição da Disco Lar é menos comum e possui interesse para colecionadores, especialmente quando a capa e o vinil estão bem conservados. O meu exemplar fotografado, apresenta sinais de desgaste na capa, mas continua sendo uma peça representativa da discografia de Geraldo Vandré e da história fonográfica brasileira.♥️🎼
(Entrei na trend anos 80 e me colocaram olhos azuis) arrasta e confere!

segunda [feriado], bem Djavan 🧑🏼‍🩰sete de setembro de dois mil e vinte e seis.🎼🇧🇷♥️ Djavan
07/09/2026

segunda [feriado], bem Djavan 🧑🏼‍🩰
sete de setembro de dois mil e vinte e seis.
🎼🇧🇷♥️ Djavan

domingo, bem Gil 🎼 Gilberto Gil “Quem quiser que invente outra canção.”Gilberto Gil, A Voz do Vivo 💿
06/09/2026

domingo, bem Gil 🎼 Gilberto Gil

“Quem quiser que invente outra canção.”
Gilberto Gil, A Voz do Vivo 💿

sábado bem Gal… 🐅🔥
05/09/2026

sábado bem Gal… 🐅🔥

Não tem como não pensar Paris, sem música, arquitetura e arte. 🇫🇷Por aqui, tudo parece conversar com aquilo que eu mais ...
27/08/2026

Não tem como não pensar Paris, sem música, arquitetura e arte. 🇫🇷
Por aqui, tudo parece conversar com aquilo que eu mais gosto: a música ocupando as ruas, a arquitetura desenhando perspectivas e a arte surgindo nos museus, nas fachadas, nos jardins e nos detalhes. Paris tem movimento, repertório e uma beleza que não precisa pedir atenção, ela simplesmente acontece. E enquanto ainda estou vivendo esses dias na França, já sei que algumas imagens vão permanecer muito além da viagem. ❤️🇫🇷
✨

Bruxelas tem uma certa vocação para o excesso: de música, de cerveja, de histórias e de noites que ainda parecem dia.No ...
23/08/2026

Bruxelas tem uma certa vocação para o excesso: de música, de cerveja, de histórias e de noites que ainda parecem dia.

No verão europeu, discos dividem espaço com copos de cerveja belga, as ruas viram ponto de encontro e a música aparece de todos os lados. Uma cidade irreverente, cosmopolita e deliciosamente fora do óbvio. 💿🍺🎶🇧🇪

🌑 🌕🌖🌗🌘🌔🌓🌒🌙E tudo o que é agoraAnd all that is nowE tudo o que já passouAnd all that is goneE tudo que viráAnd all that’s...
12/08/2026

🌑 🌕🌖🌗🌘🌔🌓🌒🌙
E tudo o que é agora
And all that is now
E tudo o que já passou
And all that is gone
E tudo que virá
And all that’s to come
E tudo sob o Sol está em perfeita sintonia
And everything under the Sun is in tune
Mas o Sol está coberto pela Lua
But the Sun is eclipsed by the Moon
Não há um lado escuro na Lua, na verdade
There is no dark side of the Moon, really
Na verdade, é tudo escuro
Matter of fact, it’s all dark

Amor-próprio também é limite.É saber até onde ir, quando ficar e, principalmente, quando partir.Poder feminino é não se ...
11/08/2026

Amor-próprio também é limite.
É saber até onde ir, quando ficar e, principalmente, quando partir.
Poder feminino é não se diminuir para caber, não aceitar migalhas para não ficar só e não negociar a própria paz para ser escolhida.
Quem conhece o próprio valor não implora espaço: escolhe onde merece permanecer.

Outra noite em São Paulo. Bons drinks, bom som, boa comida, disco de vinil girando, uma companhia muito massa 🖤Conhecemo...
25/07/2026

Outra noite em São Paulo. Bons drinks, bom som, boa comida, disco de vinil girando, uma companhia muito massa 🖤
Conhecemos o IPo Bar & Restaurante e adoramos demais.
Valeu até foto na parede pra guardar de lembrança. Ah, São Paulo… um dia eu vou morar aí ♥️

Pode um instrumento ter alma? Se sim, a bateria brasileira ganhou a sua com Edison Machado. 🥁✨ Ele não apenas tocou o sa...
25/07/2026

Pode um instrumento ter alma?
Se sim, a bateria brasileira ganhou a sua com Edison Machado. 🥁✨
Ele não apenas tocou o samba, ele o transformou, elevando-o a um novo patamar no prato de condução.
Antes de muitos sequer sonharem com uma identidade sonora verdadeiramente nacional para a bateria, Edison já estava lá, desenhando novos horizontes e infundindo o instrumento com a ‘malandragem’ do samba e a precisão do jazz.
Edison Machado foi um dos pilares do samba-jazz, um movimento que uniu a sofisticação da bossa nova, a energia contagiante do samba e a liberdade expressiva do jazz.
Ele não imitava tendências estrangeiras; ele as reinterpretrava com um sotaque inconfundivelmente brasileiro, criando uma linguagem rica e inovadora. 🇧🇷🎶
Sua genialidade se manifestava em cada batida, introduzindo o samba no prato de forma fluida e aberta, dando à bateria uma voz rítmica que falava de brasilidade moderna.
Seu virtuosismo não era exibicionismo, mas um serviço à música, equilibrando técnica apurada com um balanço envolvente.
Ele tocava para que a música ‘andasse’, e não apenas para impressionar.
Com uma discografia concisa, porém de impacto monumental – como “Edison Machado é Samba Novo” e “Rio 65 Trio” – ele moldou a sonoridade brasileira. 🌟
Edison Machado tocou ao lado de gigantes como Elis Regina, Tom Jobim e Chet Baker, transitando entre gêneros e sempre mantendo sua essência brasileira.
Sua bateria cruzou fronteiras, mostrando ao mundo que a voz da percussão brasileira era única, não uma cópia.
Ele foi um criador de linguagens, um arquiteto da sonoridade que, até hoje, inspira gerações.
Seu legado é palpável em cada baterista que sente o groove e entende que o balanço vem de uma história rica.
Estudar Edison Machado é mergulhar em uma parte essencial da nossa cultura musical. ✨
Qual é a sua conexão com a bateria brasileira? Compartilhe nos comentários!

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João Pessoa, PB
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